LUNAR

O dia esconde-se 
Noturno
E tudo o que se vê
é céu
Feixes de luz automáticos
Ditos-estrelas.

Há um recanto arredondado a aparelhar a reza do poeta.

Há a espera
Voluntariosa mas de duração presumida.
Há a vida
Previsível eloqüência do inesperado
Há o acaso
O curto
Circuito infinito

Há o oposto
Ao dito
Há o amor a prazo
O nosso
É ao vivo.

Comentários

  1. Lindo como o céu com feixes de estrelas, luzes automáticas que iluminaram a Poeta nestes versos encantados de amor.

    ResponderExcluir
  2. Gostei principalmente do final. Bjs

    ResponderExcluir
  3. Que lindo seu blog! Adorei! Qd puder, me faça uma visita: www.barbara-ella.blogspot.com
    Depois de tudo. Antes de enlouquecer. PAZ!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

MAIS