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VÃ PREMIERE

Segura na minha mão
E fecha os olhos.
Me deixa só desta vez
Te mostrar quem eu sou.

Não que das outras vezes não fosse eu...
É que quando eu tô com você
Surge uma versão com cortes
Sempre em película e curta-metragem.

Uma outra de mim
- Tão tímida quanto devassa -
Como se saída de um filme de Fellini
Mas daqueles para ser assistido só em casa.

E tem sido assim
Desde o nosso primeiro contato
Digamos, imediato.

Não consigo evitar
De esconder-me no silêncio
A abreviar repertórios.
Parece que quando olha nos meus olhos
Eu, poeta
Experimento o inominável.

Só há dois espaços
- Sagrados -
Onde me sinto a salvo:
Um é aqui...

O outro é nos teus braços.

Comentários

  1. natália querida tudo bem?
    eu espero que sim
    amiga poetisa voce gostaria de seguir meu blog?
    www.schiavini.blogspot.com
    e me adicionar no facebook, por gentileza?
    o meu perfil é: rodrigo schiavini
    eu gostaria muito de entrar em contato com voce
    eu sou poeta tambem
    e nós - os poetas - devemos nos aliar, não é mesmo?
    rsssssss
    fica bem nova amiga

    ResponderExcluir

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Matéria-prima
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De bastar-me
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Há quem diga
Que nem só de voar
Sobrevive a saudade

Imaginada
Em cada rota linha.

POEMA ILUMINISTA

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