REVELAÇÃO

Sofro de um medo
Excessivo
A lograr-me o bom êxito
Em teor vespertino

Não mais consigo
Nomear o que pretendo
Apenas tento evocar meu instinto
A censurar meus bloqueios.

Eu sei que está em hora
De reaver meus sentidos
Mas é tão íngreme o cerco frio
Que não posso aninhar-me
- É faca pontiaguda na carne -
A coragem que silencio.

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