TESTEMUNHO

Eis que a insone
Sucumbe ao sono
Embalada pela sonata
Do imprevisto.

O impacto que a desperta
Não a acorda do silêncio
Mas do precipício.

Luzes inexatas
Refletem novas órbitas
Aos seus olhos misturadas.

Eis que ressurge uma outra ótica
- Agora lógica -
E indefinidamente sensata.

A do princípio.

Comentários

MAIS