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Entrego agora
Minha máxima monogâmica
À elipse cardíaca
- Que me será crônica -
E não ditosa.

Que me venha o enredo
Que o pleito evoca
Em novas obras
Pois sobras
- Solilóquios de velhas cordas -
São para bem valer o ônus
Em mais cólera!

A glória vem depois
Que se desgraça
- Em suaves troças -
Os sonhos do mentor
De mentecapta
Mas tão vasta cátedra
Que em vão decora.

Em vidência duvidosa
Recebe esta máxima
Como a centelha divina de uma ópera
Não opero milagres
Não te rogo lugares
Só te livro, inteira
Dos díspares lunares
Em mais espuma e na beira.

Sou a entre-safra das faceiras
Alegre ao receber o célebre mais escuso
- E comportado -
Nos campos e macieiras.

Maçã. afã do pecado
O pedaço morde ao lado
Mas o gosto
É de uma letra.

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