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Mostrando postagens de Março, 2010

ONTEM... NOCTEM

O gosto do som é tátil
Mas o exílio tamanho sua dose de notoriedade abSURDA.
Eu vejo.
Eu deixo.
A partida subscreve o limite
– o desafio disfarçado sob efeitos de plena educação me diverte-
Mas afeiçoa... E rio.

Aos que capturo na hóstia de minha escrita
A extrema unção ao espírito santo,
-Intocáveis-
Mas aquele gosto eu quero tátil
-Tal o som que desemboca em certos olhos –
Áridos.

O tempo é uma chacota cínica, mas convincente.
O que o tempo concebe, a imaginação habita.
E eu não tenho pressa,
Mas toda a ânsia do mundo me consome...

Mas quando some e volta a expirar a validade dos atos em goles sutis,
E me bebe ilimitada na lira... E só.
Quando o que estanca na escrita deságua
Eu verto
Eu vejo
Mas te escapa!
Há que se querer o bastante
Assim livre... Mas desperto!
Tal a insônia que concebe o dia novo
Quando o ontem ainda está tão perto.