domingo, 16 de agosto de 2009

SUBJETIVO

Letra
____duz
______entas
________tradas

Ou nenhuma.

POEMA PLANADOR

Não canso de ver do alto
O ver_de que escapa por entre mãos ingratas
de neblina.

Não canso de ver do alto
A curva bárbara que se desfaz na rima!

ANTROPOMÓRFICO

Li na folha de rosto o resto de árvore
A plantar os pés na palavra.

Quebrei o galho e acidentalmente
Esbarrei no verso
Rarefeito em plena estática da gravidade,
O poema.

AO LEITOR

Oficialmente declaro o papel
um meio de confissão A4.