SEM MANGAS

Arregaço
Há regalos na vida
e não pedaços
Não arregalo os olhos
Mas firmo os passos
Há pesar na aguerrida
Que lhe suportam os ossos

O ofício!

O oficioso do fisco
É o fiasco do lírico
Aos vossos
Aos natos
Aos vícios!

Arregaço
Há regras nos lapsos
E elipses nos pífios páragrafos repetidos!

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