QUINZE PRAS NOVE

São 15 pras 9
Novenas versam vozes
a perambular resistência.

Instintos, quiçá, seriam nobres
Não fosse o 15 para o 9
Um rumar de outra ausência.

Veemente fito o relógio
No compasso alucinógeno
De cada minuto que me escorre.

De pouco minha esperança se recolhe
E de esperar em tempo ilógico
Renego o que há muito fito óbvio
Já são de fato 15 para as 9!

Comentários

  1. Excelente poema..Gosto dos escritos que me fazem lembrar que "não há imagem que não seja casual".

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