BEM-VINDO

E como houvesse de gangrenar
Sarou.
E a ausência cicatrizaria incólume
O resto esfacelado de tecido morto.

Era a cura
ACUDA!
A causa aquém da obtusa lauda
Não acalma nem assusta o bom aplauso que a saúda!

O dedo que a costura crua
Dá ponto sem dó na gota e abocanha o sedento
O dedo aponta o estrago
O déspota santifica o desejo!

Há déspotas rivais
E desejos de menos...

Há pouco que vai...
Bem-vindo não veio.

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