SAUVIGNON

Olho de raio que coube no hilário esperanto
À espera do espanto de regojizar suas teóricas teias-ilíadas!
Olho de trovão bem nas sílabas transversas
Do teu desconexo abandono
Do teu inquieto e com sono
Consolo de seresta e intriga.

Olho de cão bem às vésperas
Olho no vão e ver nesta
Viverão mais promessas e o bom Sauvignon que nos resta...

É a lida.

Comentários

  1. É de uma ilariante beleza, mais parece uma sonata.

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