PÃO-DE-PEDRA

Sinto cheiro de fistulas
Farejo implícitas chagas de tempo.
Me ponho em termos boêmios
Que extrapolam rebelde linhagem.
Me faço às margens
Não decodifico o engenho!
E o que reverbera é beira
É pé na pinha d’água
E na calçada em que o pé afunda é meu poema.
Chão de pedra
Pão de brita
Miolos ao asfalto
Às faltas com a escrita.

Comentários

  1. Minha amada irmã, você me possibilitou saIr do PÃO-DE-PEDRA e conhecer o PÃO-DE-AÇÚCAR!!!Dessa vivência surgiram tantas imagens, como o Entardecer açucarado...

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  2. Isso é que eu chamo de um PSICANALISTA-IRMÃ DA P.
    AMEI!

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