MARCO

O marco
era o zero
à esquerda da prerrogativa existência

Ainda que de valido eu leve
A dádiva de simbiose de minha flâmula
- estagnação –
Eu elevo meu verso ao pulso
E encaro a próspera noviça em clérigo sibilante
Sedenta por zerar a lucidez da cidade das águas
Imersa na lentidão das luzes temperadas de saudade
Dos velhos dias de lá.

Ô meu Recife
Bem que te disse
Que eu ia voltar.

Comentários

  1. Ameiiiiiiiiiiiii
    Para ser UM é preciso partir do zero e eu consegui!!!

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  2. Este comentário foi removido por um administrador do blog.

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  3. Lindooooo!!! ...o Recife é assim, ...com os braços de seus rios nos abraça sorrindo. Ele de merece e você a ele !!!

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  4. Achei lindo!!! Parabéns!!

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