LEI SECA

Perigo!
Aqui o que irriga o poema me irrita
E eu, leiga
Confundo o findo com o lindo doído
Do que resta de mim e não da letra
Do que violenta,
Abusa-me inteira por meios escusos
Por fim, que não se justificam nem ao meio
Nem o meio
Nem o meu meio,
Grita.
Perigo!
Há seca à vista.

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